Carrinho

Desde pequena, o carnaval é uma tradição na minha vida. Todos os anos o meu tio Gê fantasiava cada uma das crianças da minha família, colocava no carro e nos levava para Ouro Preto. Pra mim, o carnaval sempre foi muito natural, mas com todo esse crescimento do carnaval de Belo Horizonte, tenho visto amigas inseguras e pedindo muitas dicas de como se portar.

mama na vaca2020

O medo do assédio e de toda a catarse que a festa proporciona, gera insegurança.

A única resposta é a sororidade.

Eu descobri essa prática ao mesmo tempo que me aprofundei mais no carnaval, quando me vi cada vez mais cercada de mulheres se libertando de amarras e questões, libertando seus corpos <3

Sororidade é sobre empatia, sobre cuidarmos umas das outras.
  • Ajude sempre outra mulher, se considerar alguma situação estranha, não hesite em oferecer ajuda e ver se está tudo bem.
  • Vá em duplas ao banheiro: no carnaval costumamos pedir para as pessoas que moram no bairro pra deixar usar os banheiros das casas ou vamos aos banheiros públicos. É um momento aberto a assédios e necessidades de ajuda com a fantasia! Vai de dupla, uma amiga sempre ajuda a outra <3
  • Converse e compartilhe muito com suas amigas: o carnaval é uma catarse de emoções e é legal demais de compartilhar e construir experiências juntas!
  • Compartilhe a sua localização durante o dia com as suas amigas via whatsapp ou telegram, é uma forma de voar solo e ainda assim se sentir segura.
  • Incentive o uso da roupa que seu grupo de amigas se sentir mais fabulosa e confortável. O medo do assédio nos oprime nas escolhas de looks para o carnaval, então é necessário que seu grupo se fortaleça em autoestima conjunta!

Juntas somos mais!

Sagrada Profana

Tá na hora de carnavalizar, lembrando sempre que NÃO É NÃO e a felicidade e liberdade são atos políticos <3

Fotos: Carlos Hauck

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O ano virou e o nosso amado carnaval chegou!

Vocês sabem que é a data que a gente mais empolga por aqui e que nascem as collabs mais legais! Esse ano chegamos com um editorial incrível e a volta da sandália Áurea, em parceria com Laiê Atelier e a designer May Leão!

As fotos ficaram por conta da Aparecida Produções <3

É daí que vem a quarta edição da nossa Oficina de Fantasias handmade, Na Tora Produções! A novidade desse ano é que May Leão entra na monitoria com suas habilidades incríveis, vale a pena dar uma conferida na página dela do instagram e conhecer o trabalho dela_ @mayleão

insta may leão
Instagram May Leão

A oficina nasceu em 2016, para criarmos fantasias divertidas, com investimento baixo e super criativas! La no nosso Pinterest, você pode ver algumas dicas e ideias!

carnaval 2020 bh
Inspirações no nosso Pinterest!

A oficina acontece no dia 12.02 entre 16h e 21h na Uluru Café & Brunch, Av. Afonso Pena 2925. Para participar, você deve levar a sua ideia e materiais específicos:

Tecidos, lantejoulas, linha e etc!

Lá te daremos todo o suporte necessário para você arrasar no carnaval!

Ingressos no Sympla!
Ingressos no Sympla!

Pedimos uma contribuição de R$25,00, que te da acesso à oficina 🙂

Acesse o link a baixo

https://www.sympla.com.br/na-tora-producoes–oficina-de-fantasias-carnavalescas__770787?fbclid=IwAR1UY-O4J2yYiz2eMFbv31CyRdyh9VVLqdSj5Z5Qaz3RwZG4OUXUQHxAabo

Te vemos lá!

Feliz Carnaval!

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Quando estávamos pensando na nova fase da coleção raízes queríamos continuar tendo mulheres incríveis para nos inspirar.
Mas agora, sairíamos um pouco da música e íamos para a mulher freelancer, que tem seu próprio negócio, é criativa, intuitiva, ama arte – como um todo, carnaval, moda e tem aquele arzinho vintage do interior, que a gente tanto ama. Seria uma mulher autêntica e irreverente – CHEIA DE SI. Seria LUZ.
Ninguém melhor que Luisa Luz, que já carrega toda essa força no sobrenome!
A Lu, saiu dos padrões de trabalho convencionais – depois de ter trabalhado em algumas grandes marcas de BH – e voltou lá pra Brasilia de Minas, pra trazer todo o aconchego de uma mesa posta no café da tarde na casa de vó.
Junto com sua tia, criou o Estudio Veste, um ateliê que trabalha com tecidos recuperados e faz peças lindas para casa. Roupas para pães, bolos, marmitas… E também produz uniformes cheios de estilo, traduzindo a essência das marcas que trabalham com ela. É um charme só. Assim como nossas novas sandálias, que tem um mix de material + cores lindíssimo, e te leva pra onde você quiser, com muito conforto e estilo.
Falando nisso, a Coleção Raízes chega com exatamente essa proposta: conforto, estilo, design e um amadurecimento que honra os 5 anos de marca.
Nela nascem as sandálias Liza e Laís, que misturam o aerado esportivo, vinil e o couro, todos pensados a partir da melhor ergonomia possível.
Liza é o novo salto da nossa linha, que soma o conforto da tira adaptadora do peito do pé, que se ajusta em velcro, com um cabedal frontal pensado para proteger o seu pé e dar muita elegância e conforto! Ela também volta com o couro croco, que foi muito utilizado nas nossas primeiras sandálias da Coleção Barroca, lá em 2014!
Além disso, o saltinho tem o tamanho e formato ideal pra manter a postura e sem cansar o seu pé. Sem contar que ele ficou chiquérrimo!
Já Laís é a nova rasteira, que vem na ousadia de uma mistura maior de cores e materiais. Do jeito que a gente ama! Ela é uma evolução de tudo que nós aprendemos desde as primeiras rasteiras da marca, sempre mandamos bem em sandálias de verão, né? <3
Lais tem duas tiras no peito do pé em tecido aerado bem macio e com um elástico pra te ajudar a caminhar e adaptar.
E mantém a base do design charmoso da nossa antiga rasteira Alice, mas com um upgrade de babar!
Chegou a nova fase!
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O movimento Slow Fashion foi criado em 2008, se inspirando no movimento Slow Food. Como a tradução do nome já diz, o movimento busca uma “moda devagar”, onde o processo de concepção ao descarte do produto seja mais bem pensado e percebido, de forma a criar uma cadeia sustentável, humana e ecologicamente. Assim como no movimento da alimentação slow, ele visa maior conexão, diversidade e propósito no que consumimos.

Ele só é possível em uma cadeia produtiva enxuta, com uma produção menor e muito tempo e qualidade investidas. O que muda todo um paradigma produtivo, sendo no caso dos calçados uma grande dificuldade, já que a prática do mercado são produções de 300 pares dias. Resolvemos isso buscando os sapateiros tradicionais, construindo e fortalecendo a pequena economia e voltando as nossas raízes do ofício.

O movimento Slow Fashion é sobre identidade e raiz.

Ao se tornar um movimento global, se faz necessário o despertar do mercado tradicional para a sua sobrevivência, oque acaba levando ao Greenwashing ou seja, empresas passam a levantar a bandeira sustentável para a atração de clientes e nós, seduzidos pelas propagandas, consumimos sem verificar a veracidade dos fatos. É o caso de uma empresa de moda atual do Rio de Janeiro, conhecida por colocar a foto e o nome da produtora em uma etiqueta em suas roupas. No ano passado, ocorreu um pedido de demissão coletiva por maus tratos, onde funcionários de todos os setores se uniram contra as más condições de trabalho.

slow fashion

Se é Slow, você consegue conhecer quem tá por trás da cadeia sem grandes esforços

🙂

A primeira vez que tive contato com o termo Slow Fashion, foi em 2012 assistindo um filme da Helen Rodel, sobre uma percepção muito preciosa do tempo e o como isso fazia parte do processo criativo dela. Entendi algo sobre o que eu e outras pessoas sentiam sobre a moda, aquela que é funcional, transformadora e que dá tesão de fazer. Na época, eu começava a pensar a marca para apresentar como meu TCC do curso de Design de Produto da UEMG e tudo passou a ter mais sentido.

Continuei estudando após me graduar, durante a pós graduação em Gestão do Design, e durante o curso, o conceito de slow abraçou um momento no design e indústria nacional, onde nós designers nos tornávamos mais uma vez sujeitos autoprodutivos, dando sentindo/forma/função/propósito aos produtos. O movimento slow tem a ver com uma cadeia produtiva mais bem pensada, enxuta e com a necessidade de mais tempo para ser pensada.

lili azul tati marques

É daí que se faz sentido a criação de uma marca de calçados, onde o processo criativo perpassa em estudar as necessidades de vocês e não simples formas estéticas com pouca ergonomia. A Tatiana Marques calçados nasce disso, uma paixão por calçados e o propósito de construir uma marca mais gentil, inclusiva e que te coloca como sujeito dentro da sua construção estética.

Todo esse processo me levou a criar uma identidade, dentro da experimentações de materiais, formas geométricas, soluções ergonômicas dentro de um conceito estético próprio. Com a base de estudos e observações sendo em Belo Horizonte, comecei a captar de uma forma quase antropológica (com toda a humildade e admiração pela profissão) aspectos da mulher dentro da cultura mineira:

  • Formas de andar e se vestir
  • Geografia
  • Uma cultura muito patriarcal
  • Relações dinâmicas
  • etc

aurora

 

Tudo isso se resulta em estudos temáticos e construções de modelos para te atender com muito conforto e estilo.

Um ótimo exemplo é nossa rasteira Alice

alice rasteira

Que possui um velcro no peito do pé, para que você ajuste da melhor forma possível e uma frente com a geometria irregular, para cuidar de você que tem joanetes. Sem contar o couro que é bem molinho e sem costuras, pra não dar bolha e nem raspar no seu pé 🙂

 

A próxima fase da Coleção Raízes sai em dezembro e a intenção é conseguir produzir todos os modelos até o tamanho 43 e com matérias primas inusitadas, sempre mantendo o conforto e a beleza que vocês já conhecem.

A cada coleção, aprendo e evoluo muito e é graças a vocês!

Obrigada,

Tatiana Marques

 

 

 

 

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Quando fizemos a Coleção C’alma em 2018, não imaginávamos os caminhos que estavam por vir. Foi uma coleção de aprendizados e de uma busca por reconexão. Experimentamos, criamos e amadurecemos.

Ao longo desses anos crescemos simultaneamente aqui e em outros espaços, aprendemos, esticamos e encurtamos. Nos nutrimos de culturas, parcerias e novas luzes, ao mesmo tempo que aqui nas gerais, nasciam movimentos que enaltecem a nossa cultura mineira e suas riqueza sócio-culturais.

coleção raizes
Backstage Coleção Raízes

É daí que nasce a nova Coleção Raízes, uma celebração aos nosso cinco anos traduzindo em calçados, a cultura mineira. Revisitando a nossa história, de forma enxuta, com calçados que representam o nosso DNA, trabalhando a tradicional mistura de cores, que é uma assinatura da marca, mobilidade e despojamento.

Luíza coleção raizes luli colecao raizes lili preta colecao raizaes

lili verde coleção raizes lili azul colecao raizes luiza laranja colecao raizes

O verbo conectar é essencial para o entendimento da nova coleção, ela foi construída à várias mãos com um mesmo propósito. Convidamos parceiras desde o início de sua construção e a traduzimos em um editorial incrível com a Aparecida Produções, Gabi Queiroz, Lais Cunha, Cecilia Abreu e as artistas Nath Rodrigues e Jhe Delacroix, expoentes da cena musical de Belo Horizonte.

jhe delacroix e nath rodrigues jhe e cecila abreu

Raiz é mãe, é ouro.

É um convite para que você conheça a nossa casa e se conecte com o nosso propósito.

Venha conhecer a nova Coleção de perto, estamos em Belo Horizonte na Av. Afonso Pena 2925 (Fixbitt) e você sempre pode contar com a nossa loja online!

nath rodrigues

Editorial produzido e executado com Aparecida Produções, Lais Cunha e Gabriela Queiroz.

Beleza por Cecilia Abreu | Modelos Nath Rodrigues e Jhe Delacroix | Roupas: Plural Estilo e Panou BR

 

 

 

 

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Coroamos a nossa mudança em junho, com um novo passo muito especial para a gente: criamos novas ideias de parcerias, encontramos novos espaços, simplificamos e amadurecemos. Estamos em um momento de buscar afinidades e raízes, de valorizar a nossa terra 🙂 Por isso, novos caminhos!

Já há algum tempo, temos convidado para os editoriais, pessoas que admiramos muito e que constroem uma nova cena criativa, rica e gentil para a nossa terra Belo Horizonte e consolidamos o último Momento da Coleção C’alma, convidando as amigas Juliana Flores e Laura Lopes para um café da manhã com a gente.

Juliana Flores (@jujuflores) é mãe do José, sócia-fundadora da editora Aletria especializada em literatura infantil e juvenil, sócia-fundadora da Pública Agência de Arte e idealizadora do CURA – Circuito Urbano de Arte.

Laura Lopes é musicista e empreendedora cultural. Atua como cantora nos grupos Coletivo ANA, Orquestra Atípica de Lhamas e é produtora da banda Yônika. Além disso, é idealizadora do encontro internacional Música Mundo.

Chiquérrimas, né?

Aproveitamos que estamos de casa nova e montamos uma roda de conversa, onde Juju e Laura vão falar sobre trabalho, sobre como é ser mulher no meio que elas atuam e tb sobre a inserção da mulher nele!

 

Vai ser um happy hour super gostoso com Drinks pela Uluru Café e DJ set por @yosoymariasilvia <3

Te esperamos, dia 18.07 a partir das 19h na AV. Afonso Pena 2925!

E não esqueça de visitar a aba do nosso Queimão aqui no site!

No dia do evento você poderá aproveitar para garantir as últimas unidades do seu modelo favorito, com preços especiais!

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É tempo de mudança! Não sei para vocês, mas 2019 tem sido um ano de mudanças por aqui.

Em 5 anos de marca, venho experimentado modelos de negócios e designs que me permitissem trabalhar e criar de uma nova forma. É tempo não só de sair, mas de entender essas “novas caixas”. Já fiz um pouco de tudo por aqui, a marca começou só pelo Instagram em 2014 e eu costumava a atender vocês em feiras e em casa. Depois disso já passei por lojas colaborativas, sites e cheguei até o meu primeiro showroom. Não sei se vocês lembram, aquele cantinho lindo em frente à Igreja da Boa Viagem.

Lá criei modelos como a Aurora, me aproximei mais de vocês e cresci, chegando até o SPFW.

Entendi que eu precisava de um espaço melhor para trabalhar com o volume de calçados, desenhar, gerenciar e atender vocês. A Casa Juta foi o lugar perfeito para testar esse novo modelo de loja aberta e foi maravilhoso!

Além de um escritório lindo, tínhamos uma loja e um café vegetariano.

Foi lá que vocês conheceram a nossa nova linha super confortável de saltinhos e rasteiras: Luisa, Lili e Alice 🙂

Ficamos quase um ano na Casa Juta, desenvolvendo além de calçados, um novo tipo de atendimento off line e vários eventos e cursos!

Recebemos as Big Bossas, com a roda de empreendedorismo feminino, cursos de aceleração de ideias, oficinas de fantasia e até banho de mangueira no natal!

Depois de quase um ano na Juta, entendi o tipo de atendimento que quero dar para vocês, de empresa que eu quero construir e que eu gostaria de focar mais no desenvolvimento da qualidade dos calçados que eu crio. Percebi que era necessário desacelerar, que a Coleção C’alma não tinha vindo atoa.

Para isso foi preciso fechar as portas por um tempo para pensar, decidi focar nas vendas online, mantendo o atendimento especial via whatsapp e aqui em Belo Horizonte, criei uma parceria com a empresa de Personal Stylist Fix Bitt, localizada na Av. Afonso Pena ao lado do Guaja. A Casa é linda e conta com uma cafeteria, a Uluru Café e Brunch. Além disso, você será atendida por mim ou por uma atendente da casa e poderá conhecer de perto as roupas da Nui Nui!

Assim, vocês terão uma experiência de compra ainda mais especial e eu terei mais tempo pra desenvolver produtos ainda mais lindos e melhores para vocês <3

Aproveitando isso, o site está com frete grátis até o fim de junho e as promoções da semana ainda estão rolando!

E você que é de BH, vem conhecer o nosso novo espaço! Agende seu horário via whatsapp 31.987856100, que eu te encontro na Fix Bitt_ Av Afonso Pena 2925 Funcionários (bem pertinho da Savassi).

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Enxergar que o calçado confortável te empodera é uma maneira de vê-lo além do acessório de moda, é entender que é questão de mobilidade e saúde 🙂

Quem nunca passou aperto com um calçado desconfortável?

Viemos de uma cultura de moda, onde não temos muita clareza do limite do fashion e do desconforto, não é mesmo?

Mas quantas vezes você não comprou um calçado caríssimo de uma marca grande e tradicional e falou aquela frase clássica:

  • “Essa sandália é daquelas pra arrasar! Eu vou sair do carro, dar um close e ficar sentada.”

E aquela chinela que a gente leva para as festas ou trabalho, pelo simples fato de que o nosso calçado é completamente disfuncional com a nossa realidade?

Então, é exatamente isso minhas amigas, no nosso processo de empoderamento, o calçado confortável é tudo!

E estamos aqui para mostrar que O calçado confortável te empodera SIM.

Pra quem ama andar de bike!
Bruna Preta

Quando criei a marca, foi exatamente nessa busca.

Eu formada em Design de produto, não entendia como era possível as pessoas ignorarem as questões de ergonomia e funcionalidade do calçado.

O produto só faz sentido, se ele melhora a sua relação com o espaço e não o contrário, entendem?

Foi a partir daí que eu percebi o que todas nós perpassamos nessa saga de ser mulher e interagir com o mundo de forma estética.

Como colocamos o conforto nas nossas coleções?

Na primeira coleção comecei a colecionar relatos das clientes, todas sempre com algum problema nos pés causados por calçados que pareciam mais uma tortura.

Quantas de vocês tem joanetes, fascite plantar, encurtamento de tendões e etc?

Além disso, eu como uma pessoa que anda muito a pé e de bicicleta, comecei a perceber nas ruas a realidade do nosso dia a dia como mulheres.

Demorou um tempo, mas consegui encontrar o caminho.

Passei a desenvolver dispositivos nos calçados, que deixavam eles adaptáveis ao seu tipo de pé  e não o contrário.

Isso acontece na nossa nova rasteira Alice por exemplo, que conseguimos colocar um velcro adaptável no peito do pé.

Ou na Lili, que tem os recortes bem calculados e elástico de adaptação, além de te dar uma opção mais segura com a amarração na canela.

Rasteira ajustável, que garante conforto e mobilidade
Alice amarela

Design e conforto em uma peça só!
Lili Caramelo

Em outras palavras,  nossa outra missão foi entender como desenvolver o tal do saltinho tão pedido por vocês, sem perder o estilo e o conforto.

Concluimos que a solução foram os saltinhos de borracha, que são extremamente leves e macios, além de uma palmilha bem acolchoada com memória de uso.

E ficou um charme, né?

O calçado confortável te empodera
Luisa Azul

Quer ver mais dicas sobre conforto, empoderamento e calçados? Acessa o nosso pinterest!

Acho que agora não temos dúvidas de que O calçado confortável te empodera.

Conforto, design e mobilidade são possíveis no mundo dos calçados. Não se esqueça disso <3

Um beijo,

Tatiana Marques

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Se amar é um ato revolucionário! Se você começar pelo seu corpo, o autoamor será, literalmente, um caminho sem volta!

Eu não tinha a menor dimensão dessa frase até decidir trabalhar com mulheres. E paralelo a isso comecei a observar o quanto eu era negligente com o meu corpo.

Eu estou longe de ser uma mulher gorda. Estou longe de ser a mulher que não encontra roupas nas lojas para si. Nunca tive disfunções alimentares graves… e algumas, raras vezes, pensei em cirurgias plásticas para me sentir bonita.

Eu fui uma adolescente, muito magra que ainda achava que tinha 3 kg para perder. Na adolescência eu fazia caminhada, e após a caminhada eu tomava meio copo de 200ml de leite desnatado e dois biscoitos de água e sal. Eu era a menina que nem achava tão ruim assim, vomitar, porque pelo menos eu não tinha engordado.

A relação que aprendemos a ter com o nosso corpo é limitante: nós mulheres nem pensamos que o nosso corpo precisa ser funcional o bastante, pois, somos criadas a acreditar que ele precisa ser SÓ bonito o bastante.

A mulher passa a ser e a querer uma imagem inalcançável que precisa ser legitimado pelos outros. Uma imagem que raramente está ligada à saúde!

<3
Se ame!

Vc já pensou em tudo o que você é? Em todas as tarefas diárias que executa? O quão competente, interessante, inteligente, criativa você é? Já pensou que seu corpo é seu veículo e ele precisa de cuidados e não de ser negligenciado?

A questão é: as mulheres desenvolvem problemas graves de disfunção alimentar pela necessidade (criada) ao padrão perfeito.
Você não acha isso cruel?

O que eu aprendi é que todo esse processo de autoestima, empoderamento, amor próprio, autocura, autoconhecimento não é possível se você não for gentil consigo, primeiro.

O seu corpo aguenta os porres, as noites mal dormidas. A negligência, a dor que você finge que não está ali para continuar fazendo o que precisa fazer. O seu corpo aguenta o ato sexual sem tesão, o orgasmo que nunca vem. O seu corpo tem aguentado muitas restrições, certo?

Quer ser gentil com você?
Tente começar pelo seu corpo!

Você é gentil com tanta gente chata, e justamente com o seu corpo você tem deixado a desejar?!

Quer se amar?

Comece questionando se você realmente precisa desse padrão !

Bjs

Dri

Adriana Roque é psicóloga e fundadora do projeto Para ser a mulher que quiser.
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Vamos pensar um pouco nessa caixinha do qual fomos criadas para sermos pessoas? – Amor Próprio.

Imagine uma caixa de meninos e uma caixa de meninas. O que contém nessas caixas? Meninos: subir em árvore, falar palavrão, coçar o saco, trabalhar, independência financeira, sexo. E o que tem na caixinha das meninas? Boneca, panelinha, delicada, princesa, casamento, filhos, cuidado.

As caixinhas são estruturais, mas entendemos que talvez você tenha tido uma realidade um pouco diferente. Talvez você tenha sido criada com muita liberdade, fazendo brincadeiras de “menino”, ou até mesmo, você homem, podem ter vivenciado sem culpa  algumas coisas da caixa da “menina”.

Mas, tenho certeza, que os seus amigos e amigas foram criadas mais ou menos de acordo com essa caixa acima, e não fora do padrões, certo?  Então vamos lá!

Sendo criada na perspectiva dessas caixas, fazer algo fora dela parece um erro, um despreparo. Quantas vezes um homem fez algo  lido socialmente como feminino e recebeu o apelido de “marica”? Ou quantas vezes uma mulher foi incrível em alguma tarefa profissional, e a elogiaram dizendo que ela é “igual ao um homem”. Enfim…

Essas caixas podem ser altamente limitadoras e adoecedoras. Pois, nela há uma característica, em especial, que aparece na maior parte dos casos que atendo em mulheres: o ato de cuidar.  A mulher é criada para cuidar, para se importar com o outro, para relevar o que o outro disse ou fez. A mulher é criada para estar atenta aos desejos do outro. Sendo assim, o que acontece é que ela passa a precisar ser a heroína do outro. Ela se cobra para suprir as demandas alheias! Se ela não consegue suprir, vêm o sentimento de culpa.

Você está se identificando com isso?

E é exatamente nesse lugar, ao meu ver, que o amor próprio pára de acontecer. O cuidado em si, com o outro, não é necessariamente o problema. Mas esse radar simbólico que dão para as mulheres ao nascer é adoecedor e nos afasta de saber quem nós somos, a impor limites e até a construir relacionamentos equilibrados. Muitas mulheres ainda hoje não conhecem o próprio corpo, não sabem das suas habilidades e nem do que gostam. Muitas nunca pararam para pensar quais são seus sonhos e desejos. Mas sabem “de cor e salteado” (como diria a minha avó), sobre o desejo, sonhos, habilidades do outro.

As mulheres, nesse caminho, começam a se cobrar. Tendem a se preocupar em advinhar o que o outro precisa, em ter que fazer sempre certo, porque a validação do outro é o que tende a legitimar que ela é boa o suficiente. Isso é adoecer e mais uma vez, a afasta do amor próprio.

Já o amor próprio, vem do lugar de se permitir ser uma mulher possível! Nada menos que isso. Amor próprio quer dizer impor limites, para você e para os outros! Então vá avaliando por aí, se você tem ultrapassado esses limites e começa escolhendo o que é primordial para te manter bem. Vai começando pelo o que é POSSÍVEL!

Não se esqueça, amor próprio é fazer o que é possível , para você e para os outros!

Se quiser, me conte como foi!

Beijos, Dri

Adriana Roque é psicóloga e é dona do projeto Para ser a mulher que quiser
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